Digital Skill para o Futuro da Profissão Gerente de Projetos

Por Luiz Eduardo Mariano Labriola Mestrando em Engenharia de Produção e Sistemas/CEFETRJ

RESUMO

O objetivo deste artigo é destacar as novas tendências de competências para o futuro da profissão de gerente de projetos. Como serão as competências necessárias após o período de transformação digital em que vivemos? Neste contexto, este artigo procura investigar as novas competências para o futuro da profissão de gerente de projetos, chamadas de digital skill, e o porquê a liderança pode ser considerada a digital skill mais importante para o futuro da profissão de gerente de projetos.

Nos próximos anos, as organizações enfrentarão uma onda de mudança sem precedentes, impulsionada por uma economia globalizada, uma mudança generalizada da força de trabalho, uma escalada na guerra por talentos, o aumento do trabalho contingente e funções cognitivas e, é claro, a invasão de tecnologias disruptivas. As empresas que querem ir além do status quo devem colocar foco renovado - e importância - no papel que o capital humano desempenha no elemento essencial dos negócios. As organizações que buscam liderar, devem gerenciar e otimizar cuidadosamente sua força de trabalho. Eles devem construir e manter sistemas eficazes para obter e contratar trabalhadores, para estabelecer e evoluir carreiras, e para promover oportunidades de aprendizado contínuo e culturas de crescimento (BURNER; SUPINSKI, 2019).

Nesse contexto, os gerentes e líderes de projeto estão se tornando ainda mais essenciais à medida que as organizações reconhecem que a estratégia é implementada por meio de projetos e programas, e como a tecnologia disruptiva os libera das rotinas operacionais, proporcionando mais oportunidades para inovar nas empresas (MARK, 2019). Nesta nova realidade profissional, os líderes/gerentes de projeto continuam precisando de uma combinação completa de: habilidades técnicas de gerenciamento de projetos, habilidades de liderança, e habilidades de gestão de negócios, que fazem parte do Triângulo de Talentos do PMI. Além dessa importante tríade de habilidades, sabemos que as organizações precisam de líderes de projetos com capacidade de aprender e acompanhar o ritmo da tecnologia. Este estudo investiga as habilidades digitais, “digital skill”, que serão mais importantes para a evolução daqueles que gerenciam projetos (MARK, 2019).

Digital Skill

Existem muitas definições de digital skill, escritas por acadêmicos e comentaristas do setor. Antes de começarmos a criar uma lista das principais digital skill ou habilidades digitais, devemos dar uma olhada no que “digital” significa. É sobre tecnologia, claro, mas também há outra dimensão. Essa dimensão é o efeito social, emocional e interpessoal do uso da tecnologia sozinho e com outras pessoas. As Soft skills são muito importantes quando se trata de tecnologias digitais. Você não pode se concentrar apenas na tecnologia - você tem que ver a imagem completa. Dado o contexto deste artigo, será utilizado a definição do PMI para digital skill. O PMI é uma instituição sem fins lucrativos, sendo a maior associação para profissionais de gerenciamento de projetos, com mais de meio milhão de associados e além de possuir Profissionais Certificados em 185 países (PMI, 2019b). Seguindo uma pesquisa recente do PMI (2019a), existem 6 competências consideradas como as principais competências para o futuro da profissão do gerente de projetos. O PMI chamou essas competências de “digital skill”, sendo elas: Data Science Skill; Innovate Mindset; Security and Privacy knowledge; Legal and Regulatory Compliance knowledge; Ability to Make Data-Driven Decisions; Collaborative Leadership Skills. Uma pesquisa do Pulse of Profession do PMI extremamente recente, lançada em fevereiro de 2019, não foram encontradas outras obras que falassem sobre digital skill dentro do mesmo contexto ou similar ao contexto da profissão de gerente do projeto. Por ser considerada uma das maiores organizações de projetos no mundo, serão adotadas essas 6 habilidades digitais da pesquisa do PMI como as competências de referência para o futuro da profissão de gerente de projetos.

1. Data Science Skill


Cientista de dados, em tradução literal, requer uma combinação única de habilidades técnicas, conhecimento matemático, narração de histórias e intuição, segundo CIO (2019). CIO (2019) também enumera as principais competências para um cientista de dados:

  • Pensamento crítico, para poderem aplicar análises objetivas de fatos sobre um determinado tópico ou problema antes de formular opiniões ou fazer julgamentos;
  • Codificação, saber escrever um código e estar confortável em lidar com uma variedade de tarefas de programação;
  • Matemática, ter a habilidade de colaborar estreitamente com executivos de linha de negócios para comunicar o que real[1]mente está acontecendo na “caixa preta” de equações complexas de uma maneira que forneça garantias;
  • Inteligência artificial e machine learning precisam ficar à frente da curva na pesquisa, bem como entender que tecnologia aplicar. Muitas vezes um cientista de dados aplicará algo “sexy” e novo, quando o problema real que eles estão resolvendo é muito menos complexo, e de solução não “sexy”.
  • Comunicação, há sempre alguma integração entre sistemas, aplicativos, dados e pessoas. Apesar de óbvio, problemas simples surgem a todo momento pelo vácuo da interação entre o meio citado
2. Innovate Mindset


A Mentalidade Inovadora possui diversas definições, sendo a definição a seguir a mais objetiva possível: mentalidade inovadora significa ser capaz de gerar soluções criativas ou inovadoras para problemas que - e aqui está a chave - resultam em melhor desempenho. Pode parecer um tanto quanto óbvio, e até certo ponto é, mas na prática muitas empresas têm dificuldade de ter essa mentalidade. Muitas vezes por CEO e outros gestores não querem quebrar regras simplesmente para não correrem risco, e acabam fazendo melhoria incremental ao invés de realizar inovações disruptivas. Couros (2014) enumera as principais características da mentalidade inovadora:

  • Empatia, para criar maneiras novas e melhores de fazer as coi[1]sas, precisamos primeiro entender para quem estamos criando;
  • Localizadores de problemas, é importante fazer boas perguntas em vez de simplesmente pedir respostas;
  • Tomadores de risco, para ser verdadeiramente inovador, você às vezes precisa sair do caminho comum;
  • Colaboração em rede, a inovação não acontece isoladamente, pois muitas vezes são ideias compartilhadas entre muitas que levam a novas e melhores ideias;
  • Observador, uma prática normal entre aqueles que seriam considerados “inovadores” é que eles constantemente olham ao redor do mundo e criam conexões;
  • Criadores, muitas pessoas têm grandes ideias, mas nunca se realizam. A inovação é uma combinação de ideias e trabalho duro;
  • Resiliente, as coisas nem sempre funcionam na primeira tentativa, então são feitos ajustes ou renovações necessárias;
  • Reflexivo: O que funcionou? O que não funcionou? Se começássemos de novo, o que faríamos de diferente? O que podemos construir?
3. Security and Privacy Knowledge


Segundo Clifton (2016), a mineração de dados nos permite descobrir informações que não eram esperadas inicialmente a ser encontradas em bancos de dados. Entretanto, um dilema importante, que está em constante discussão, é a utilização de dados para algo que não foi negociado anteriormente, mas que está sendo utilizado por terceiros; também conhecido como Segurança e Privacidade dos dados. Segundo Florenço (2016, p.1) é crescente a preocupação das normativas acerca do tema de proteção de dados pessoais, principalmente no que tange à propagação de informações de consumidores em bancos de dados, tanto que a matéria adquirira o status de direito funda[1]mental, pois diretamente relacionada aos direitos de personalidade de proteção da privacidade e vida privada. Muitos abusos de privacidade são o resultado de erros e descuidos por aqueles que lidam com informações pessoais. Alguns são causados por segurança inadequada. As práticas responsáveis de tratamento de informações começam com o desenvolvimento de políticas de privacidade no local de trabalho e a implementação de programas de treinamento regulares (COMPUTE[1]RWORLD, 2019).

4. Legal and Regulatory Compliance Knowledge


Muitas vezes o assunto compliance é considerado como uma coisa só. É importante separar os conceitos em uma breve definição. Conformidade regulatória é a adesão de uma organização a leis, regulamentos, diretrizes e especificações relevantes para seus negócios. Violações dos regulamentos de conformidade regulatória geralmente resultam em punição legal, incluindo multas federais (KUMAR, 2019). A conformidade legal é que nossa empresa deve cumprir todas as leis, regras e regulamentos aplicáveis às suas operações e atividades comerciais. Da mesma forma, todos os diretores, executivos e funcionários da Empresa são obrigados a cumprir todas as leis, regras e regulamentos aplicáveis às suas atividades e responsabilidades relacionadas à Empresa (KUMAR, 2019). Existem várias definições para compliance, sendo a definição de Rincon (2010) utilizada no contexto de projeto como: - O ato ou processo de atender a um desejo, demanda, proposta, ou regime ou coerção; - Conformidade no cumprimento de requisitos oficiais, e é um termo que pode ser usado para descrever a necessidade de projetos para coincidir com certas regras, regulamentos ou normas, em correspondência com certos requisitos das partes interessadas no projeto. Este termo, no entanto, abrange mais do que apenas simples requisitos para o projeto, porque ele define a necessidade imperiosa de atender a outros requisitos organizacionais das mais diversas partes interessadas. Compliance, em suma, preenche a lacuna entre uma exigência do projeto e da necessidade da empresa para encontrar uma correspondência entre o projeto e as necessidades organizacionais.

5. Ability to Make Data-Driven Decisions


Decisões de Negócios Orientados a Da[1]dos são fundamentais para importantes tomada de decisão. Segundo Roth (2018), tomadas de decisão baseado em instinto já não é suficiente se a organização quiser permanecer competitiva. A maioria das organizações percebem que os dados devem estar no centro da tomada de decisão. Hoje, as principais empresas em todo o mundo usam os dados para tomar decisões sobre seu negócio. A razão que eles estão liderando é que eles ganharam uma vantagem estratégica sobre seus rivais simplesmente mudando seu foco para os dados em vez de confiar na visão de negócios sozinho. O trabalho de Milne (2019) cita 6 itens importantes que você pode fazer para estabelecer uma equipe orientada a dados:

  • Inicie do topo com a liderança orientada por dados, os líderes devem dar o exemplo;
  • Contrate membro de equipe orientado a decisão em dados, incentive o RH a contratar qualquer candidato para uma mentalidade orientada tomada de decisão baseado em dados;
  • Olhe para dentro das áreas existentes, muitos recursos técnicos da sua empresa podem ser bons candidatos para iniciar trabalho de dados;
  • Utilize dados em todos os lugares, especialmente em reuniões de equipe e espelhado por corredores até incorporar em sua cultura;
  • Crie uma estratégia de dicionário de dados e ferramentas, os dados tendem a serem centralizados com alguns indivíduos dentro de uma empresa que são especialistas de dados. Essa estratégia é fundamental para definir as métricas-chaves e um inventário das ferramentas disponíveis, o que torna os dados disponíveis a qualquer pessoa da organização.
  • Dados não são tudo, apesar de paradoxal o tópico em si, às vezes você vai tão fundo nos dados que acaba se paralisando. Jeef Bezos, CEO da Amazon, costuma dizer que a maioria das decisões provavelmente devem ser feitas com algo em torno de 70% da informação que você gostaria de ter. Se esperar por 90%, na maioria dos casos você estará provavelmente sendo lento.
6. Collaborative Leadership Skills


Segundo Rosa (2016), a liderança é vista como um fator essencial e decisivo para as organizações, como forma de alavancar a produtividade e assim gerar resultados positivos. Mas, para que isso aconteça, o líder tem papel fundamental no direcionamento das atividades de sua equipe. Segundo Gallup (2016, apud MAR[1]ÇAL, 2018), em um estudo publicado em 2016, mostrou que 70% dos funcionários disseram que não estavam engajados no local onde trabalham. O trabalho de Dias (2017) fez uma pesquisa de campo com mais de 100 profissionais de gerenciamento de projetos. A figura 7 representa em quais competências o líder se destaca quando ele é referência para seus subordinados. A pesquisa do trabalho tem competência de maneiras mais genéricas do que somente a digital skill mencionada neste artigo, além de trazer outros artigos para embasar teoricamente o resultado, e do próprio estudo de caso com profissionais do mercado. Logo, a conclusão do trabalho de Dias (2017) se torna mais relevante ainda, uma vez que destaca a liderança entre várias competências.

Análises

Podemos concluir que as competências para digital skill serão de fato necessárias para o futuro da profissão de gerente de projetos, mas como se preparar para esse futuro? Após uma breve citação a cada digital skill, fica o questionamento do que o gerente de projetos deve focar num primeiro momento, visto que cada digital skill demanda um tempo para estudo, um tempo para praticar e consequentemente um tempo para aperfeiçoamento sendo cada um desses 3 itens poder variar de pessoa para pessoa com suas diversas combinações. Além da questão do tempo, algo cada vez mais escasso nos dias atuais, também temos a questão do período de transformação digital em que vivemos. Na visão do autor, as soft skills - liderança, mentalidade inovadora e habilidade de tomar decisões baseado em dados, ainda são mais importantes do que as competências técnicas como compliance, big data e privacidade. A opinião do autor tem apoio em material como a Robert Half (2019), onde a empresa de referência em contratação de mão de obra especializada diz: “o mercado corporativo exige cada vez mais dos profissionais características que vão muito além das habilidades técnicas. São características comportamentais que todo profissional deve ter, as chamadas Soft Skills, aquelas habilidades que não são encontradas nos livros didáticos e nem ensinadas na universidade.” Também podemos destacar alguns fatos já citados que fundamentam essa decisão, como por exemplo:

  • A tecnologia está mudando a forma como indivíduos e organizações se interagem, o que impactará na forma de trabalho de maneira geral;
  • As atuais ferramentas de big data serão impactadas pela transformação digital, alterando em conjunto a questão de privacidade assim como compliance. A questão de habilidade de tomar decisão baseado em dados sem dúvida é uma soft skill, entretanto, ela será impactada pelas novas opções de ferramentas e novas formas de visualizações que serão disponibilizadas no futuro. A mentalidade inovadora tem o diferencial na colaboração de ideias entre pessoas, novas ideias não surgem do vácuo de interações, mas sim de uma cultura aberta de colaboração de pessoas. A liderança acaba se tornando um ponto central na digital skill, uma vez que pessoas hoje continuarão a ser pessoas no futuro. Ou seja, as pessoas continuarão necessitando de líderes e de liderança para realizar suas atividades. A maioria das pessoas em algum momento exerceu a liderança e em outros momentos foi liderada.

Conclusão

Segundo Lara (2012), diz que os líderes do amanhã farão muitas coisas diferentes e de maneira incomuns das que fazem nos dias de hoje. É paradoxal, mas temos que liderar hoje, formando novos líderes para o amanhã, não se esquecendo de nos prepararmos para liderar, também, neste amanhã que será totalmente diferente dos dias atuais. Não existe um único caminho para ser tornar um líder, diversas trilhas são possíveis para levar ao mesmo objetivo. Essas trilhas podem variar de pessoas a pessoa em função das competências pessoais combinadas com a cultura da organização. Apesar de óbvio, fazer um curso de liderança não tornará uma pessoa líder após o curso. Algumas organizações investem em imersões de liderança e no dia a dia não criam mecanismo de apoio para liderança. A liderança é feita de coisas que no dia a dia talvez não tenham grande valor ou significância de maneira isolada. Entretanto, essas pequenas coisas feitas todos os dias criam comprometimento com a liderança e com a empresa, envolvendo as pessoas que trabalharam em prol do mesmo objetivo. A curto prazo, essas pequenas coisas são difíceis de mensurar ou até mesmo impossível de ser mensuráveis, mas a longo prazo tendem a ter resultados estáveis e visíveis.

 

Referências

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Sobre o autor

Luiz Eduardo Mariano Labriola [email protected] Mestrando em Engenharia de Produção e Sistemas pelo CEFET/RJ, Engenheiro de Produção também pelo CE[1]FET/RJ, MBA em Gestão de Projetos pela FGV, certificado PMP pelo PMI, além de Voluntário no PMIRio no Comitê de Tecnologia e Inovação. Especialista em pro[1]jetos com mais de 10 anos de experiência com projetos, atuando ao longo do tempo como Gerente de Projetos, Engenheiro de Projetos, Engenheiro de Controle de Projetos e PMO.



05 de julho de 2021
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